O culto ecumênico na universidade e o espírita – docente

Postado em 03/07/2015 | 0 comentarios | 1082 visualizações

Jovem espírita-universitária conclui o curso de graduação, no primeiro semestre de 2014 e nos convida a participar do culto ecumênico. Os alunos votaram pela homenagem a todos os credos nesta cerimônia, devido à existência de diversidade religiosa na turma. Como entre os graduandos, nos núcleos espíritas se privilegia a diversidade. Alunos, funcionários e docentes, possuem voz e voto, no enfrentamento do materialismo galopante. (1, 4) Falou-nos sobre enriquecimento e emoção, diante de breves palavras de encorajamento e fé. Termina afirmando que todos, “a turma, a família, os amigos e ela, principalmente, ficarão gratos.” O que responder? Indicando outro espírita, não descartamos nossa presença. Em síntese respondemos. Prezada …, Honra-me o convite. Reservaremos a data. Fazemos ponderação. Não sou pessoa adequada para representar, de modo geral, o movimento espírita, dos dias de hoje. De modo particular, posso representar o Núcleo Universitário (*), considerando a condição de espírita-docente na UFRJ e UERJ. Por isso, peço-lhe que submeta meu nome ao corpo docente e discente, através de textos (2), que me revelam. Com transparência estaremos contribuindo para diminuir ou exterminar eventual estigma inconsciente. Esse expediente, por enquanto, ainda se faz necessário, para prevenir constrangimentos. Já tivemos problemas com apenas um retrato de Bezerra (**). O movimento espírita estaria fielmente representado por uma das organizações que participam do Conselho Nacional das Entidades Espíritas. Especializadas da FEB. Elas existem aqui no nosso Estado com pessoas dignas de admiração e respeito. Assim, a escolha seria, também, por mérito. Acesse aqui a resolução O presidente da Federação Espírita Brasileira Antonio Cesar Carvalho, fundamentado no Estatuto da Entidade (Art. 32, incisos X e XIII; Art.39, inciso XIII), homologou a decisão do Conselho Diretor e Diretoria Executiva da FEB, em reunião conjunta realizada no dia 24/2/2014, aprovou a criação do Conselho Nacional das Entidades Espíritas Especializadas, como órgão de Apoio e Orientação Técnica da FEB. O novo Conselho será instalado em abril, com a presença das Entidades Especializadas fundadoras: Abrame (Associação Brasileira dos Magistrados Espíritas), ABEE (Associação Brasileira de Esperantistas Espíritas), Abrade (Associação Brasileira dos Divulgadores do Espiritismo), Abrape (Associação Brasileira de Psicólogos Espíritas), Abrarte (Associação Brasileira de Arte Espírita), AJE (Associação Jurídico-Espírita), AME (Associação Médico-Espírita do Brasil) e a CME (Cruzada dos Militares Espíritas). Veja a pergunta e o que responde o Presidente Carvalho em recente entrevista. Pergunta o entrevistador. Com o crescente surgimento dessas entidades especializadas (Associação de Magistrados Espíritas, Associação Médico-Espírita do Brasil, Associação de Psicólogos Espíritas, Cruzada SOS Militares Espíritas etc.), como deve se posicionar a FEB, considerando o aspecto restritivo e até elitista dessas entidades? Aceitar, entendendo que é um fenômeno passageiro, ou incentivar, acreditando que se trata de um evento positivo? Da resposta oferecida pelo Presidente da FEB gostaríamos de registrar o momento em que ele diz que “nem a FEB e nem o Conselho Federativo Nacional estimulam a formação de entidades especializadas” e termina dizendo que “nós estamos vivendo algumas experiências assim nessa interface, sem estimular elitismos, que jamais seria nosso propósito, e nem estimular a criação de um clã: entretanto, aproveitar, talvez em conjunto com espíritas que tem determinada formação para trazer subsídios ao movimento espírita, É esse o foco. (3) Caso uma delas aceite o convite afirmo-lhe que irei abraçá-los naquela data. Entendo o carinho e o respeito pelo NEU, mas temos que considerar que é uma organização de “hora do almoço”, de reunião semanal, contribuindo com despretensioso Blog na WEB. (4) O NEU (5) é apenas uma página na WEB. Uma estrutura virtual, criado para preservar memórias, até onde for possível. Somos pequenos e desconhecidos até no ambiente universitário. Pelo exposto faço pedido. Deixe meu nome apenas como “carta na manga”, no caso das instituições não atenderem ao convite. Religiosidade/espiritualidade e valores-espíritas merecem ser divulgados na universidade, por todos os meios possíveis e lícitos.(6).

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