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Grupos.com.br
    ----- Original Message -----=20
    From: Cabral=20
    To: Isy=20
    Sent: Monday, July 24, 2006 11:41 PM
    Subject: DOUTOR E M=C9DICO EM PSIQUIATRIA DEFENDE "TESE DE =
DOUTORADO" SOBRE "M=C9DIUNS ESP=CDRITAS"


    Querida e estimada ISY. Amor e Luz, sempre.

    Pe=E7o-lhe esta tradu=E7=E3o.

    Conto sempre com a sua bondade.

    Um abra=E7=E3o,=20

    Jo=E3o Cabral
    Em: 24.07.2006


        Centro Espirita Caridade por Amor
        S=F3cio n=BA 9 da Federa=E7=E3o Esp=EDrita Portuguesa

        Rua da Picaria, 59, 1=BA Frente, 4050-478, Porto, Portugal

        http://www.ceca.web.pt/


        DOUTOR E M=C9DICO EM PSIQUIATRIA DEFENDE "TESE DE DOUTORADO" =
SOBRE "M=C9DIUNS ESP=CDRITAS"
        http://www.ceca.web.pt/ceca/mm5ent_alexanderalmeida.htm

        Entrevista com Alexander Moreira de Almeida



        Alexander Moreira de Almeida =E9 m=E9dico e doutor em =
psiquiatria pela USP - Universidade de S=E3o Paulo, coordenador do NEPER =
- N=FAcleo de Estudos de Problemas Espirituais e Religiosos do Instituto =
de Psiquiatria do Hospital das Cl=EDnicas da Faculdade de Medicina da =
USP e director t=E9cnico e cl=EDnico do HOJE - Hospital Jo=E3o =
Evangelista. O facto de registo, =E9 que o doutor Alexander de Almeida =
defendeu sua Tese de Doutorado sobre "Fenomenologia das experi=EAncias =
medi=FAnicas, perfil e psicopatologia de m=E9diuns esp=EDritas" =
recorrendo a dezenas de m=E9diuns esp=EDritas e a varias associa=E7=F5es =
esp=EDritas de S=E3o Paulo, onde concedeu uma entrevista exclusiva ao =
Jornal de Espiritismo.



        Alexander Moreira de Almeida=20


        Como m=E9dico psiquiatra, o que o levou a escolher tal Tese de =
trabalho, para o seu doutoramento: "Fenomenologia das experi=EAncias =
medi=FAnicas, perfil e psicopatologia de m=E9diuns esp=EDritas"?
        A.M.A - A import=E2ncia que as viv=EAncias medi=FAnicas tiveram =
e ainda t=EAm nas diversas civiliza=E7=F5es e, mesmo assim, serem =
praticamente inexploradas no meio acad=E9mico.=20
        =20

        Como os seus examinadores e a pr=F3pria Faculdade de Medicina da =
Universidade de S=E3o Paulo, viram a sua Tese de Doutorado?=20
        AMA - Muito bem. Sempre recebi todo o apoio do Departamento de =
Psiquiatria da USP, da FAPESP (Funda=E7=E3o de Amparo =C1 Pesquisa do =
Estado de S=E3o Paulo), bem como a banca teve uma postura muito =
cient=EDfica: rigorosa, mas aberta.
        =20

        E o orientador da Tese de Doutorado? Quem foi?
        AMA - Francisco Lotufo Neto, professor livre-docente do =
Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de =
S=E3o Paulo.
        =20

        Quem foram seus examinadores?
        AMA - Prof. Dr. Paulo Dalgalarrondo, Doutor pela Universidade de =
Heildelberg (Alemanha), livre-docente em Psiquiatria da Faculdade de =
Medicina da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas); Prof. Dr. =
Leonardo Caixeta, psiquiatra, doutor em Neurologia pela Universidade de =
S=E3o Paulo, professor da UFG (Universidade Federal de Goi=E1s); Prof. =
Homero Vallada, livre-docente, Professor de Psiquiatria da Faculdade de =
Medicina da USP e da Universidade de Londres, maior especialista em =
gen=E9tica psiqui=E1trica no Brasil e pelo Prof. Dr. Paulo Rossi =
Menezes, psiquiatra e epidemiologista, doutor pela London Universisty, =
livre-docente da faculdade de Medicina da USP.
        =20

        Existiu algum crit=E9rio espec=EDfico para a composi=E7=E3o da =
Banca Examinadora?
        AMA - Que fossem pesquisadores destacados e que estudassem =
=E1reas relacionadas ao tema da tese.
        =20

        Durante seu estudo, verificou por certo o grau de escolaridade =
dos m=E9diuns esp=EDritas. S=E3o eles incultos e ignorantes como se diz?
        AMA - 46,5% dos m=E9diuns tinham escolaridade superior ou =
superior com p=F3s-gradua=E7=E3o. O Censo Brasileiro de 2000 mostrou que =
o Espiritismo =E9 a =FAnica religi=E3o em que a propor=E7=E3o de adeptos =
aumenta quanto maior o n=EDvel educacional do segmento estudado.
        =20

        Os m=E9diuns esp=EDritas sofrem de transtornos dissociativos, =
psic=F3ticos ou transtornos de personalidade m=FAltipla?
        AMA - Eles tamb=E9m podem apresentar estes e outros transtornos =
mentais, como qualquer indiv=EDduo, no entanto, a preval=EAncia de =
problemas psiqui=E1tricos entre os m=E9diuns estudados foi menor que o =
encontrado na popula=E7=E3o geral.
        =20

        Ent=E3o os m=E9diuns esp=EDritas n=E3o s=E3o esquizofr=E9nicos?
        AMA - N=E3o, eles s=E3o at=E9 mais saud=E1veis que a =
popula=E7=E3o geral. Isto, apesar de terem muitas viv=EAncias =
alucinat=F3rias e de influ=EAncia que normalmente s=E3o consideradas =
como sintomas cl=E1ssicos de esquizofrenia.
        =20

        Como a mediunidade =E9 vista pela medicina?
        A.M.A - Como a express=E3o de uma manifesta=E7=E3o cultural, =
religiosa, que n=E3o necessariamente =E9 patol=F3gica. Sobre a =
explica=E7=E3o de sua origem, habitualmente =E9 considerada como um =
fen=F3meno dissociativo em que se manifestam conte=FAdos do inconsciente =
do indiv=EDduo. No entanto, estas ideias s=E3o baseadas em muitas =
opini=F5es e poucas pesquisas.
        =20

        A mediunidade =E9 causa de doen=E7as mentais?
        AMA - Apesar de, historicamente, nos =FAltimos 150 anos ter se =
acreditado nisto, n=E3o h=E1 evid=EAncias a este respeito.
        =20

        Quais os poss=EDveis mecanismos neurofisiol=F3gicos da =
mediunidade?
        AMA - Desconhe=E7o estudos a este respeito, tudo que eu dissesse =
seria meramente especulativo.
        =20

        Alguns colegas defendem que a gl=E2ndula pineal =E9 o =F3rg=E3o =
sensorial da mediunidade. Sabemos que essa hip=F3tese n=E3o =E9 nova. O =
esp=EDrito de Andr=E9 Luiz atrav=E9s do respeitado m=E9dium Francisco =
C=E2ndido Xavier trouxe de novo a "lume". Qual a sua opini=E3o?
        AMA - H=E1 uma longa hist=F3ria de associa=E7=E3o da pineal com =
o Esp=EDrito, isto vem desde Descartes. Do ponto de vista cient=EDfico, =
desconhe=E7o qualquer estudo trazendo evid=EAncias da pineal se =
relacionar com mediunidade. Entretanto, sem d=FAvida =E9 uma =
interessante hip=F3tese a ser testada.
        =20

        Sendo m=E9dico e doutor em psiquiatria, o que =E9 a mediunidade?
        AMA - Penso que a mediunidade =E9 uma manifesta=E7=E3o de uma =
habilidade humana que tem estado presente na maioria das =
civiliza=E7=F5es ao longo da hist=F3ria. A origem destas viv=EAncias em =
muitos casos, acredito, podem estar realmente no inconsciente dos =
m=E9diuns. Entretanto, h=E1 um consider=E1vel n=FAmero de casos em que =
esta explica=E7=E3o =E9 insuficiente, apontando para alguma fonte =
externa ao m=E9dium.
        =20

        Como relaciona psiquiatria, espiritualidade e mediunidade?
        AMA - A psiquiatria deve estar interessada numa vis=E3o =
abrangente e multifacetada do ser humana, assim a espiritualidade deve =
ser levada em conta, como todas as demais dimens=F5es da exist=EAncia =
humana. Por fim, a mediunidade =E9 uma viv=EAncia que pode nos revelar =
muito sobre o funcionamento da mente e sua rela=E7=E3o com o corpo. =
Muitos de nossos trabalhos na =E1rea podem ser acessados na p=E1gina =
www.hojenet.org no item "teses & artigos".
        =20

        Como distingue em seus pacientes "mediunidade" com dist=FArbios =
meramente neuropsicol=F3gicos?
        AMA - Esta pergunta n=E3o admite uma resposta simples. Faz-se =
necess=E1ria uma avalia=E7=E3o cuidadosa e ampla da pessoa, o que ela =
tem vivenciado, suas cren=E7as e seu contexto social e cultural. Em =
linhas gerais, para uma certa viv=EAncia ser considerada indicativa de =
um transtorno mental, deve estar associada a sofrimento, falta de =
controle sobre sua ocorr=EAncia, gerar incapacita=E7=E3o, coexistir com =
outros sintomas de transtornos mentais e n=E3o ser aceita pelo grupo =
cultural ao qual pertence o indiv=EDduo.
        =20

        Ao receber um paciente portador de faculdade medi=FAnica, como =
conduz o caso?
        AMA - Trato o transtorno mental existente al=E9m de recomendar =
que o paciente continue com suas pr=E1ticas religiosas. No entanto, se =
ele estiver com desequil=EDbrios mais graves, inicio o tratamento =
farmacol=F3gico e psicoter=E1pico e solicito o afastamento das =
actividades medi=FAnicas. No entanto, recomendo que continue =
participando das demais actividades religiosas (palestras, ora=E7=F5es, =
cultos, passes...)
        =20

        O seu estudo reuniu a maior amostra de m=E9diuns esp=EDritas =
alguma vez investigada na =E1rea m=E9dica no mundo. A sua tese j=E1 teve =
repercuss=F5es no meio m=E9dico ou em algum centro de investiga=E7=E3o =
universit=E1rio? Quais?
        AMA - Tenho apresentado os resultados da tese em congressos =
cient=EDficos no Brasil e nos EUA, como por exemplo o Congresso =
Brasileiro de Psiquiatria e International Conference on Mediumship =
promovido pela Parapsychology Foundation
        =20

        Nesses congressos cient=EDficos, como os investigadores =
brasileiros e norte-americanos reagiram =E0 sua investiga=E7=E3o?
        AMA - Muito bem, demonstrando bastante interesse.
        =20

        Como v=EA a doutrina esp=EDrita, codificada por Allan Kardec?
        AMA - Como uma proposta bem fundamentada de se fazer uma =
investiga=E7=E3o cient=EDfica e com bases emp=EDricas de fen=F3menos =
antes considerados metaf=EDsicos e fora do alcance da ci=EAncia.
        =20

        O que =E9 o NEPER - N=FAcleo de Estudos de Problemas Espirituais =
e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Cl=EDnicas da =
Faculdade de Medicina da Universidade de S=E3o Paulo?
        AMA - =C9 um grupo de estudos interdisciplinar das rela=E7=F5es =
entre religiosidade sa=FAde. =C9 composto por psiquiatras, =
neurologistas, historiadores, psic=F3logos, antrop=F3logos, fil=F3sofos. =
N=E3o est=E1 vinculado a nenhuma religi=E3o, se prende apenas =E0 =
rigorosa investiga=E7=E3o cient=EDfica nesta =E1rea.
        =20

        Que mensagem gostaria de deixar aos m=E9dicos europeus?
        AMA - Na Europa j=E1 existem iniciativas muito interessantes na =
=E1rea da espiritualidade, como a Funda=E7=E3o BIAL em Portugal, a =
Society for Psychical Research e muitos m=E9dicos brit=E2nicos que =
investigam o tema, bem como a disciplina de parapsicologia da =
Universidade de Edimburgo, al=E9m de iniciativas das Associa=E7=F5es =
M=E9dico-Esp=EDritas. Que continuem se interessando e investigando cada =
vez mais as desafiadoras e fascinantes rela=E7=F5es entre =
espiritualidade e ci=EAncia.





        DADOS DA INVESTIGA=C7=C3O


        Total: 115 m=E9diuns esp=EDritas
        Mulheres: 76,5%
        M=E9dia de Idade: 48 anos
        Desemprego: 2,7%
        Curso superior: 46,5%
        M=E9dia de anos no espiritismo: 16 anos
        Possu=EDam mais de 3 tipos de mediunidade;
        Incorpora=E7=E3o: 72%
        Psicofonia: 66%
        Vid=EAncia: 63%
        Audi=EAncia: 32%
        Psicografia: 23%
        Exerciam a mediunidade por semana: 7 a 14 vezes



        PRINCIPAIS CONCLUS=D5ES



        1- Os m=E9diuns esp=EDritas diferiam das caracter=EDsticas de =
portadores de transtornos de personalidade m=FAltipla e possu=EDam uma =
alta m=E9dia de sintomas de primeira ordem para esquizofrenia, mas estes =
n=E3o se relacionavam aos escores de outros sintomas psiqui=E1tricos e =
n=E3o se relacionavam a problemas no trabalho, fam=EDlia ou estudos.


        2- A maioria teve o in=EDcio de suas manifesta=E7=F5es =
medi=FAnicas na inf=E2ncia e estas, actualmente, se caracterizam por =
viv=EAncias de influ=EAncia ou alucinat=F3rias que n=E3o necessariamente =
implicam num diagn=F3stico de esquizofrenia.


        3- A mediunidade provavelmente se constitui numa viv=EAncia =
diferente do transtorno de personalidade m=FAltipla.


        Texto oferecido pelo autor, um deles membro do CECA e publicado =
no "Jornal de

        Espiritismo"da ADEP - Associa=E7=E3o de Divulgadores de =
Espiritismo de Portugal



        Texto: Lu=EDs de Almeida




        Com esta mensagem eletr=F4nica
        seguem muitas vibra=E7=F5es de paz e amor
        para voc=EA
        ------

     =20

     =20

  =20

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black"><B>From:</B>=20
    <A title=3Djomcabral@brabec.com.br=20
    href=3D"mailto:jomcabral@brabec.com.br">Cabral</A> </DIV>
    <DIV style=3D"FONT: 10pt arial"><B>To:</B> <A =
title=3Disy@divulgacion.org=20
    href=3D"mailto:isy@divulgacion.org">Isy</A> </DIV>
    <DIV style=3D"FONT: 10pt arial"><B>Sent:</B> Monday, July 24, 2006 =
11:41=20
    PM</DIV>
    <DIV style=3D"FONT: 10pt arial"><B>Subject:</B> DOUTOR E M=C9DICO EM =
PSIQUIATRIA=20
    DEFENDE "TESE DE DOUTORADO" SOBRE "M=C9DIUNS ESP=CDRITAS"</DIV>
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    24.07.2006</EM></STRONG></FONT></DIV>
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        Almeida</EM></FONT></DIV>
        <DIV><EM><FONT face=3DArial size=3D5></FONT></EM>&nbsp;</DIV>
        <DIV><EM><FONT face=3DArial size=3D5><A target=3D_blank><EM><IMG =
height=3D293=20
        hspace=3D0=20
        =
src=3D"mhtml:mid://00000012/!http://www.ceca.web.pt/ceca/img/fotos/mm5-al=
exander.jpg"=20
        width=3D220 align=3Dleft border=3D0></EM></A></FONT></EM></DIV>
        <DIV><FONT face=3DArial size=3D4></FONT>&nbsp;</DIV>
        <DIV><FONT face=3DArial size=3D4></FONT>&nbsp;</DIV>
        <DIV><FONT face=3DArial size=3D4>Alexander Moreira de Almeida =
=E9 m=E9dico e=20
        doutor em psiquiatria pela USP =96 Universidade de S=E3o Paulo, =
coordenador=20
        do NEPER =96 N=FAcleo de Estudos de Problemas Espirituais e =
Religiosos do=20
        Instituto de Psiquiatria do Hospital das Cl=EDnicas da Faculdade =
de=20
        Medicina da USP e director t=E9cnico e cl=EDnico do HOJE =96 =
Hospital Jo=E3o=20
        Evangelista. O facto de registo, =E9 que o doutor Alexander de =
Almeida=20
        defendeu sua Tese de Doutorado sobre =93Fenomenologia das =
experi=EAncias=20
        medi=FAnicas, perfil e psicopatologia de m=E9diuns esp=EDritas" =
recorrendo a=20
        dezenas de m=E9diuns esp=EDritas e a varias associa=E7=F5es =
esp=EDritas de S=E3o=20
        Paulo, onde concedeu uma entrevista exclusiva ao Jornal de=20
        Espiritismo.</FONT></DIV>
        <DIV><FONT face=3DArial size=3D5><EM></EM></FONT>&nbsp;</DIV>
        <DIV align=3Dcenter><FONT face=3DArial size=3D5><FONT size=3D3>
        <DIV align=3Dcenter><A=20
target=3D_blank><EM></EM></A>&nbsp;</DIV></FONT></DIV>
        <DIV align=3Dcenter><FONT size=3D3></FONT><FONT =
size=3D3></FONT><FONT=20
        size=3D3></FONT><FONT size=3D3></FONT><FONT =
size=3D3></FONT><FONT=20
        size=3D3></FONT><FONT size=3D3></FONT><A=20
        target=3D_blank><EM></EM></A>&nbsp;</DIV></FONT>
        <DIV align=3Djustify><FONT face=3DArial size=3D4><FONT=20
        size=3D2><STRONG>Alexander Moreira de Almeida</STRONG></FONT>=20
</FONT></DIV>
        <DIV align=3Djustify><STRONG><FONT face=3DArial=20
        size=3D2></FONT></STRONG>&nbsp;</DIV>
        <DIV align=3Djustify><STRONG><FONT face=3DArial=20
        size=3D2></FONT></STRONG>&nbsp;</DIV><FONT face=3DArial>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Como m=E9dico psiquiatra, o que o levou a =
escolher tal=20
        Tese de trabalho, para o seu doutoramento: =93Fenomenologia das=20
        experi=EAncias medi=FAnicas, perfil e psicopatologia de =
m=E9diuns=20
        esp=EDritas"?</B><BR>A.M.A =96 A import=E2ncia que as =
viv=EAncias medi=FAnicas=20
        tiveram e ainda t=EAm nas diversas civiliza=E7=F5es e, mesmo =
assim, serem=20
        praticamente inexploradas no meio acad=E9mico. <BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Como os seus examinadores e a pr=F3pria =
Faculdade de=20
        Medicina da Universidade de S=E3o Paulo, viram a sua Tese de =
Doutorado?=20
        </B><BR>AMA =96 Muito bem. Sempre recebi todo o apoio do =
Departamento de=20
        Psiquiatria da USP, da FAPESP (Funda=E7=E3o de Amparo =C1 =
Pesquisa do Estado=20
        de S=E3o Paulo), bem como a banca teve uma postura muito =
cient=EDfica:=20
        rigorosa, mas aberta.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>E o orientador da Tese de Doutorado? Quem=20
        foi?</B><BR>AMA =96 Francisco Lotufo Neto, professor =
livre-docente do=20
        Departamento de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da =
Universidade de=20
        S=E3o Paulo.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Quem foram seus examinadores?</B><BR>AMA =96 =
Prof. Dr.=20
        Paulo Dalgalarrondo, Doutor pela Universidade de Heildelberg =
(Alemanha),=20
        livre-docente em Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Unicamp =

        (Universidade Estadual de Campinas); Prof. Dr. Leonardo Caixeta, =

        psiquiatra, doutor em Neurologia pela Universidade de S=E3o =
Paulo,=20
        professor da UFG (Universidade Federal de Goi=E1s); Prof. Homero =
Vallada,=20
        livre-docente, Professor de Psiquiatria da Faculdade de Medicina =
da USP=20
        e da Universidade de Londres, maior especialista em gen=E9tica=20
        psiqui=E1trica no Brasil e pelo Prof. Dr. Paulo Rossi Menezes, =
psiquiatra=20
        e epidemiologista, doutor pela London Universisty, livre-docente =
da=20
        faculdade de Medicina da USP.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Existiu algum crit=E9rio espec=EDfico para a =
composi=E7=E3o da=20
        Banca Examinadora?</B><BR>AMA =96 Que fossem pesquisadores =
destacados e=20
        que estudassem =E1reas relacionadas ao tema da =
tese.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Durante seu estudo, verificou por certo o =
grau de=20
        escolaridade dos m=E9diuns esp=EDritas. S=E3o eles incultos e =
ignorantes como=20
        se diz?</B><BR>AMA =96 46,5% dos m=E9diuns tinham escolaridade =
superior ou=20
        superior com p=F3s-gradua=E7=E3o. O Censo Brasileiro de 2000 =
mostrou que o=20
        Espiritismo =E9 a =FAnica religi=E3o em que a propor=E7=E3o de =
adeptos aumenta=20
        quanto maior o n=EDvel educacional do segmento =
estudado.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Os m=E9diuns esp=EDritas sofrem de =
transtornos=20
        dissociativos, psic=F3ticos ou transtornos de personalidade=20
        m=FAltipla?</B><BR>AMA =96 Eles tamb=E9m podem apresentar estes =
e outros=20
        transtornos mentais, como qualquer indiv=EDduo, no entanto, a =
preval=EAncia=20
        de problemas psiqui=E1tricos entre os m=E9diuns estudados foi =
menor que o=20
        encontrado na popula=E7=E3o geral.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Ent=E3o os m=E9diuns esp=EDritas n=E3o s=E3o=20
        esquizofr=E9nicos?</B><BR>AMA =96 N=E3o, eles s=E3o at=E9 mais =
saud=E1veis que a=20
        popula=E7=E3o geral. Isto, apesar de terem muitas viv=EAncias =
alucinat=F3rias e=20
        de influ=EAncia que normalmente s=E3o consideradas como sintomas =
cl=E1ssicos=20
        de esquizofrenia.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Como a mediunidade =E9 vista pela =
medicina?</B><BR>A.M.A=20
        =96 Como a express=E3o de uma manifesta=E7=E3o cultural, =
religiosa, que n=E3o=20
        necessariamente =E9 patol=F3gica. Sobre a explica=E7=E3o de sua =
origem,=20
        habitualmente =E9 considerada como um fen=F3meno dissociativo em =
que se=20
        manifestam conte=FAdos do inconsciente do indiv=EDduo. No =
entanto, estas=20
        ideias s=E3o baseadas em muitas opini=F5es e poucas =
pesquisas.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>A mediunidade =E9 causa de doen=E7as =
mentais?</B><BR>AMA =96=20
        Apesar de, historicamente, nos =FAltimos 150 anos ter se =
acreditado nisto,=20
        n=E3o h=E1 evid=EAncias a este respeito.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Quais os poss=EDveis mecanismos =
neurofisiol=F3gicos da=20
        mediunidade?</B><BR>AMA =96 Desconhe=E7o estudos a este =
respeito, tudo que=20
        eu dissesse seria meramente especulativo.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Alguns colegas defendem que a gl=E2ndula =
pineal =E9 o =F3rg=E3o=20
        sensorial da mediunidade. Sabemos que essa hip=F3tese n=E3o =E9 =
nova. O=20
        esp=EDrito de Andr=E9 Luiz atrav=E9s do respeitado m=E9dium =
Francisco C=E2ndido=20
        Xavier trouxe de novo a =93lume=94. Qual a sua =
opini=E3o?</B><BR>AMA =96 H=E1 uma=20
        longa hist=F3ria de associa=E7=E3o da pineal com o Esp=EDrito, =
isto vem desde=20
        Descartes. Do ponto de vista cient=EDfico, desconhe=E7o qualquer =
estudo=20
        trazendo evid=EAncias da pineal se relacionar com mediunidade. =
Entretanto,=20
        sem d=FAvida =E9 uma interessante hip=F3tese a ser =
testada.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Sendo m=E9dico e doutor em psiquiatria, o que =
=E9 a=20
        mediunidade?</B><BR>AMA =96 Penso que a mediunidade =E9 uma =
manifesta=E7=E3o de=20
        uma habilidade humana que tem estado presente na maioria das=20
        civiliza=E7=F5es ao longo da hist=F3ria. A origem destas =
viv=EAncias em muitos=20
        casos, acredito, podem estar realmente no inconsciente dos =
m=E9diuns.=20
        Entretanto, h=E1 um consider=E1vel n=FAmero de casos em que esta =
explica=E7=E3o =E9=20
        insuficiente, apontando para alguma fonte externa ao=20
        m=E9dium.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Como relaciona psiquiatria, espiritualidade e =

        mediunidade?</B><BR>AMA =96 A psiquiatria deve estar interessada =
numa=20
        vis=E3o abrangente e multifacetada do ser humana, assim a =
espiritualidade=20
        deve ser levada em conta, como todas as demais dimens=F5es da =
exist=EAncia=20
        humana. Por fim, a mediunidade =E9 uma viv=EAncia que pode nos =
revelar muito=20
        sobre o funcionamento da mente e sua rela=E7=E3o com o corpo. =
Muitos de=20
        nossos trabalhos na =E1rea podem ser acessados na p=E1gina =
www.hojenet.org=20
        no item =93teses &amp; artigos=94.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Como distingue em seus pacientes =
=93mediunidade=94 com=20
        dist=FArbios meramente neuropsicol=F3gicos?</B><BR>AMA =96 Esta =
pergunta n=E3o=20
        admite uma resposta simples. Faz-se necess=E1ria uma =
avalia=E7=E3o cuidadosa e=20
        ampla da pessoa, o que ela tem vivenciado, suas cren=E7as e seu =
contexto=20
        social e cultural. Em linhas gerais, para uma certa viv=EAncia =
ser=20
        considerada indicativa de um transtorno mental, deve estar =
associada a=20
        sofrimento, falta de controle sobre sua ocorr=EAncia, gerar =
incapacita=E7=E3o,=20
        coexistir com outros sintomas de transtornos mentais e n=E3o ser =
aceita=20
        pelo grupo cultural ao qual pertence o =
indiv=EDduo.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Ao receber um paciente portador de faculdade =
medi=FAnica,=20
        como conduz o caso?</B><BR>AMA =96 Trato o transtorno mental =
existente=20
        al=E9m de recomendar que o paciente continue com suas pr=E1ticas =
religiosas.=20
        No entanto, se ele estiver com desequil=EDbrios mais graves, =
inicio o=20
        tratamento farmacol=F3gico e psicoter=E1pico e solicito o =
afastamento das=20
        actividades medi=FAnicas. No entanto, recomendo que continue =
participando=20
        das demais actividades religiosas (palestras, ora=E7=F5es, =
cultos,=20
        passes...)<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>O seu estudo reuniu a maior amostra de =
m=E9diuns=20
        esp=EDritas alguma vez investigada na =E1rea m=E9dica no mundo. =
A sua tese j=E1=20
        teve repercuss=F5es no meio m=E9dico ou em algum centro de =
investiga=E7=E3o=20
        universit=E1rio? Quais?</B><BR>AMA =96 Tenho apresentado os =
resultados da=20
        tese em congressos cient=EDficos no Brasil e nos EUA, como por =
exemplo o=20
        Congresso Brasileiro de Psiquiatria e International Conference =
on=20
        Mediumship promovido pela Parapsychology =
Foundation<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Nesses congressos cient=EDficos, como os =
investigadores=20
        brasileiros e norte-americanos reagiram =E0 sua =
investiga=E7=E3o?</B><BR>AMA =96=20
        Muito bem, demonstrando bastante interesse.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Como v=EA a doutrina esp=EDrita, codificada =
por Allan=20
        Kardec?</B><BR>AMA =96 Como uma proposta bem fundamentada de se =
fazer uma=20
        investiga=E7=E3o cient=EDfica e com bases emp=EDricas de =
fen=F3menos antes=20
        considerados metaf=EDsicos e fora do alcance da =
ci=EAncia.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>O que =E9 o NEPER =96 N=FAcleo de Estudos de =
Problemas=20
        Espirituais e Religiosos do Instituto de Psiquiatria do Hospital =
das=20
        Cl=EDnicas da Faculdade de Medicina da Universidade de S=E3o=20
        Paulo?</B><BR>AMA =96 =C9 um grupo de estudos interdisciplinar =
das rela=E7=F5es=20
        entre religiosidade sa=FAde. =C9 composto por psiquiatras, =
neurologistas,=20
        historiadores, psic=F3logos, antrop=F3logos, fil=F3sofos. N=E3o =
est=E1 vinculado a=20
        nenhuma religi=E3o, se prende apenas =E0 rigorosa =
investiga=E7=E3o cient=EDfica=20
        nesta =E1rea.<BR>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><B>Que mensagem gostaria de deixar aos m=E9dicos =

        europeus?</B><BR>AMA =96 Na Europa j=E1 existem iniciativas =
muito=20
        interessantes na =E1rea da espiritualidade, como a Funda=E7=E3o =
BIAL em=20
        Portugal, a Society for Psychical Research e muitos m=E9dicos =
brit=E2nicos=20
        que investigam o tema, bem como a disciplina de parapsicologia =
da=20
        Universidade de Edimburgo, al=E9m de iniciativas das =
Associa=E7=F5es=20
        M=E9dico-Esp=EDritas. Que continuem se interessando e =
investigando cada vez=20
        mais as desafiadoras e fascinantes rela=E7=F5es entre =
espiritualidade e=20
        ci=EAncia.</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Dcenter><B>DADOS DA INVESTIGA=C7=C3O</B></P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Dcenter><B><BR></B>Total: 115 m=E9diuns =
esp=EDritas<BR>Mulheres:=20
        76,5%<BR>M=E9dia de Idade: 48 anos<BR>Desemprego: 2,7%<BR>Curso =
superior:=20
        46,5%<BR>M=E9dia de anos no espiritismo: 16 anos<BR>Possu=EDam =
mais de 3=20
        tipos de mediunidade;<BR>Incorpora=E7=E3o: 72%<BR>Psicofonia:=20
        66%<BR>Vid=EAncia: 63%<BR>Audi=EAncia: 32%<BR>Psicografia: =
23%<BR>Exerciam a=20
        mediunidade por semana: 7 a 14 vezes</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Dcenter>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Dcenter><B>PRINCIPAIS CONCLUS=D5ES</B></P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify>&nbsp;</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify>1- Os m=E9diuns esp=EDritas diferiam das =
caracter=EDsticas de=20
        portadores de transtornos de personalidade m=FAltipla e =
possu=EDam uma alta=20
        m=E9dia de sintomas de primeira ordem para esquizofrenia, mas =
estes n=E3o se=20
        relacionavam aos escores de outros sintomas psiqui=E1tricos e =
n=E3o se=20
        relacionavam a problemas no trabalho, fam=EDlia ou estudos.</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><BR>2- A maioria teve o in=EDcio de suas =
manifesta=E7=F5es=20
        medi=FAnicas na inf=E2ncia e estas, actualmente, se caracterizam =
por=20
        viv=EAncias de influ=EAncia ou alucinat=F3rias que n=E3o =
necessariamente=20
        implicam num diagn=F3stico de esquizofrenia.</P>
        <P class=3Dconteudo style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: =
0px"=20
        align=3Djustify><BR>3- A mediunidade provavelmente se constitui =
numa=20
        viv=EAncia diferente do transtorno de personalidade =
m=FAltipla.</P><A=20
        target=3D_blank></A></FONT>
        <DIV><FONT face=3DArial></FONT>&nbsp;</DIV><FONT face=3DArial>
        <P class=3Dnota style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px"=20
        align=3Dcenter><FONT size=3D2>Texto oferecido pelo autor, um =
deles membro do=20
        CECA e publicado no "Jornal de</FONT></P>
        <P class=3Dnota style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px"=20
        align=3Dcenter><FONT size=3D2>Espiritismo=94da ADEP =96 =
Associa=E7=E3o de=20
        Divulgadores de Espiritismo de Portugal</FONT></P>
        <P class=3Dnota style=3D"MARGIN-TOP: 0px; MARGIN-BOTTOM: 0px"=20
        align=3Dcenter>&nbsp;</P></FONT>
        <DIV align=3Dcenter><FONT face=3DArial><STRONG>Texto: Lu=EDs de=20
        Almeida</STRONG></FONT></DIV>
        <DIV><FONT face=3DArial>&nbsp;</DIV>
        <DIV>&nbsp;</DIV>
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        =
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size=3D2><FONT=20
        face=3DArial><STRONG><FONT face=3DArial><FONT =
face=3DVerdana><STRONG><FONT=20
        face=3DArial size=3D3>Com esta mensagem=20
        eletr=F4nica</FONT></STRONG></FONT></FONT></STRONG></DIV>
        <DIV dir=3Dltr style=3D"MARGIN-RIGHT: 0px" =
align=3Dcenter><STRONG><FONT=20
        face=3DArial><FONT face=3DVerdana><STRONG><FONT face=3DArial =
size=3D3>seguem=20
        muitas vibra=E7=F5es de paz e=20
        amor</FONT></STRONG></FONT></FONT></STRONG></DIV>
        <DIV dir=3Dltr style=3D"MARGIN-RIGHT: 0px" =
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        face=3DArial><FONT face=3DVerdana><FONT face=3DArial =
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        voc=EA</FONT></DIV>
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